Amazon Leo D2D quer 5.105 satélites para levar internet direta a celulares

Rede em órbita baixa pretende conectar smartphones e dispositivos móveis diretamente, ampliando cobertura em áreas sem sinal móvel. A Amazon […]

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Rede em órbita baixa pretende conectar smartphones e dispositivos móveis diretamente, ampliando cobertura em áreas sem sinal móvel.

A Amazon solicitou autorização para lançar uma constelação de 5.105 satélites em órbita baixa.

O sistema, chamado Amazon Leo Direct-to-Device, vai permitir conexão direta de celulares ao espaço, sem necessidade de antenas terrestres.

A iniciativa soma-se à compra da Globalstar, e depende de aprovação da FCC, conforme informação divulgada pelo timesbrasil.

Amazon Leo D2D, 5.105 satélites e o objetivo de cobrir áreas sem sinal

O Amazon Leo Direct-to-Device, também referido como Amazon Leo D2D, é um projeto para levar internet via satélite a celulares e outros aparelhos móveis.

A empresa pediu às autoridades dos Estados Unidos permissão para colocar até 5.105 satélites em órbita baixa da Terra, segundo a reportagem da timesbrasil.

Ao eliminar a necessidade de antenas terrestres, o sistema promete oferecer voz, mensagens, internet e comunicação de emergência em locais sem cobertura móvel.

Como a rede vai funcionar

Os satélites do Amazon Leo D2D não vão apenas retransmitir sinais, eles vão processar parte das informações no espaço, reduzindo a latência.

Além disso, a constelação usará conexões ópticas a laser entre satélites para encaminhar dados com maior eficiência, isso melhora a velocidade e a capacidade da rede.

Por que a aquisição da Globalstar importa

Em 2026 a Amazon comprou a Globalstar, empresa que opera satélites em LEO e fornece serviços de telefonia por satélite.

A aquisição vai trazer infraestrutura e licenças que podem acelerar o Amazon Leo D2D, e integrar operações já usadas por fabricantes, como em recursos de SOS por satélite.

Regulação e cronograma

Para avançar, o projeto precisa obter autorização da Federal Communications Commission, a FCC, que regula telecomunicações e uso de frequências nos EUA.

Segundo a publicação, a empresa prevê que a rede comece a operar a partir de 2028, sujeita à aprovação das agências reguladoras.

Impactos e diferenças em relação a outras redes

Diferente da Starlink, que usa estações terrestres e terminais específicos, o Amazon Leo D2D visa compatibilidade direta com aparelhos móveis, sem antenas externas.

Isso pode ampliar o acesso em áreas remotas e polares, com cobertura praticamente global, por meio de satélites distribuídos em diferentes altitudes e inclinações.

O projeto também levanta questões sobre gestão do espaço e convivência com outras constelações, temas que a FCC deve avaliar tecnicamente.

Com informações de timesbrasil

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